Pitaya: a fruta brasileira que emagrece!

Conhecida como Koubo ou Fruta do Dragão, é a nova aposta para um corpo zerinho

por Redação SHAPE
30/03/2012

Que mulher não deseja transformar toda a gordura e açúcar ingeridos na alimentação em zero calorias e nem um grama a mais na balança? Parece até um sonho, mas ele pode se tornar realidade se você incluir no cardápio uma frutinha tipicamente brasileira: a pitaya. Com sabor levemente adocicado, ela traz diversos benefícios para quem precisa afinar, porque tem ação termogênica. Quer dizer, apresenta uma maior dificuldade em ser digerida pelo organismo e, com isso, aumenta o gasto energético, auxiliando na queima de gordura. “Isso acontece porque a tiramina, um aminoácido presente na pitaya, ativa um hormônio do nosso organismo chamado glucagon, que estimula o próprio corpo a utilizar as reservas de açúcar e gordura e transformá-las em energia”, diz a nutricionista do Dietnet Assessoria Nutricional, Lara Natacci, de São Paulo.

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Nadinha de fome!
Se não bastasse transformar o doce e a gordura em zero calorias, ela ainda acaba com a fome. É que o glucagon também promove aumento da produção de glicose e leva o corpo a entender que o organismo está alimentado, enviando ao cérebro sinais de saciedade. A tiramina também inibe o apetite, especialmente por doces, diminui o colesterol ruim (LDL), tem propriedades diuréticas e antioxidantes, e é rica em vitamina C. Gostou?

Coma, beba ou ingira agora!
O melhor é que, como é cultivada em solo brasileiro, você a encontra facilmente no supermercado, principalmente de novembro a março, que é sua época de colheita. É possível consumi-la in natura ou utilizá-la em sucos, e tomar cerca de meia hora antes, preparado com duas porções da fruta. De preferência, não o faça em centrífuga e nem coe para preservar as fibras. “Se você optar pela forma líquida, vale à pena associá-la a outros alimentos com ação termogênica, como o chá verde, para turbinar os resultados”, fala a nutricionista e professora da Universidade São Camilo, Samantha Rhein, de São Paulo. Dá também para ingerir as cápsulas do koubo, que são vendidas em dosagem de 200 mg a 400 mg, mas antes consulte um médico para saber a quantidade adequada. “As pílulas apresentam um resultado melhor porque são constituídas do extrato de diversas partes da planta: caule, flor e fruta, propriamente dita. Mas antes de comprar, converse com uma nutricionista”, informa Lara Natacci.

Tome cuidado!
Produzidas em farmácias de manipulação, as cápsulas são contraindicadas para diabéticos e pessoas com síndrome do ovário policístico, pois o composto tem ação hiperglicemiante, ou seja, contrária à insulina, aumentando o nível de açúcar no sangue. Pelo mesmo motivo, não deve ser consumida em excesso, uma por dia é o suficiente, combinado?

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